Ana Hartmann · atriz e construtora de narrativas
Você dá pra peça acontecer, e eu transformo o que o seu negócio tem de único num vídeo em formato viral. Na profundidade que você escolher, do objetivo ao mais pessoal. É uma colab: você responde as perguntas, entra na criação, e quanto mais fundo a gente vai junto, maior o vídeo.
A dor que eu resolvo: o dono tá perto demais do próprio negócio pra ver o que é lindo nele. E num mundo afogado em conteúdo feito por AI, história humana de verdade virou raridade. Você não precisa de mais marketing. Você precisa ser visto.
"Eu procuro narrativas. Sou uma construtora de narrativas. É isso que muitos negócios lutam pra achar, e eu faço com prazer, porque amo negócios e amo achar o que eles têm de único e bonito que às vezes eles nem enxergam ainda." Ana Hartmann
Conheci a Chuồn Chuồn, uma marca de moda artesanal em Hanói, no Vietnã. Olhei pra ela do jeito que eu olho pra tudo que subo no palco pra contar: até rachar e mostrar o que tem dentro. O resultado é um mini-documentário narrado por mim, com footage real da viagem, a lenda milenar da seda, cerca de dez vilas artesãs e a visão da dona sobre moda como arte.
Esse é o entregável do lote presencial. O lote remoto usa o mesmo olhar, em formato mais curto e escalável.
Quem trabalha aí. Os vídeos mais fortes de negócio hoje têm os próprios funcionários no elenco.
Três gerações abrindo às 5 da manhã é ouro, e quase nunca o dono sabe disso.
O lugar, os objetos, o ofício. O que é cara-de-cinema no seu dia a dia.
Às vezes a parte mais cool do negócio é você. O dono do bar que serve as pessoas.
O tom é decisão sua, do pessoal-e-cool ao mais formal, e o formulário serve exatamente pra isso: entender o quão pessoal você quer ser.
O lote é o preço do vídeo. A escassez é real: cada lote existe porque é o que o meu tempo de produção comporta.
O Ovo e a Galinha é um texto da Clarice Lispector sobre olhar um ovo até ele virar o universo inteiro. É isso que eu faço no palco, e é uma pesquisa de dez anos que sobe em temporada no Rio de Janeiro em setembro de 2026, na Tijuca.
Cada real que entra você vê virar fatia num orçamento aberto, ao vivo, no site. Transparência total, nada escondido.
pagando bem quem faz teatro.
quanto mais entra, mais barato o ingresso fica, até zerar pra população.
a peça viaja.
arte financiando arte. O ciclo continua.
Atriz e escritora brasileira. Meu trabalho é storytelling: no palco, no cinema e nos negócios que eu encontro pelo mundo. Entrevistei um guia de turismo no Camboja, a dona de uma loja de seda em Hanói, e agora quero contar a história de negócios brasileiros que ainda não foram vistos do jeito que merecem.